Não é segredo o quanto gosto de cinema e o quanto gostaria de ter condições para trabalhar com ele. Esse mundo mágico, desde sempre me encantou, e no primeiro momento em que entrei na sala escura, e vi naquela tela enorme uma história se passando, me apaixonei perdidamente.
Morar no Brasil, não ser propriamente do "meio", ter menos de 18 anos, são apenas alguns dos obstáculos claros que tenho em relação a esse meu "amor". O nosso cinema nacional cresceu. E como! Filmes produzidos a uns dez anos atrás, ainda traziam vestígios de forte apelo sexual, narrativas hiper drámaticas e na maioria das vezes, roteiros que me faziam ter pena do povo brasileiro e até mesmo dos atores que os interpretavam. É claro que essas são palavras minhas, por isso, se alguém tiver alguma correção sobre o cinema brasileiro e contestar de que não é bem assim. A vontade!
Eu assisti a cerimônia do Oscar 2006. Glamour, confentes e dinheiro, muito dinheiro gasto a toa. Me emociono com a premiação. Acho que não há necessidade de todo esse âue, mas para os americanos e para todo entusiasta a cineasta, como eu, é sempre válido esse nível de premiação.
Vai, eu brinco, na verdade, eu me diverto muito falando que daqui uns trinta anos, a Academia estará anunciando como vencedora do prêmio de "melhor roteiro original", a Lê aqui! Mas é aquilo que eu também vivo dizendo: Não nasci nos EUA, nem na década de 60 (pq eu tenho certeza de que estou no século errado!), muito menos com dinheiro o bastante pra no mínimo patrocinar grandes aventuras cinematográficas.
Se é destino ou não, sou teimosa, e tento ser corajosa. O suficiente para ver no rosto das pessoas o espanto ou a simples indiferença ao dizer que escrevo roteiros, que pesquisei muito para isso, que já tenho um concluído, e que vou fazer o possível, para que nem se for daqui a quarenta anos (eu sempre aumento uma década), eu tenha pelo menos uma das minhas idéias já escritas, produzidas e colocadas numa telona. Se isso for muito ousado da minha parte, cabe apenas a mim mesma julgar, e me decepcionar ou me surpreender no futuro, que gosto de dizer: a Deus pertence!
Enfim, continuem indo ao cinema, escolham filmes que vocês julguem ter valor e importância. Eu também assisto aos pastelões, mesmo sabendo que não pretendo escrever um. Mas, nunca se sabe, daqui uns tempos o poder de criação de um roteirista terá que ser duplicado, e toda a formatação que esporadicamente dou as minhas crias (roteiros!), já estará perdida. Por isso, eu queria ter nascido nos anos 60! hehehehe!
E que fique a esperança de que o cinema desse país tão grande e de cidadãos tão capazes, evolua ainda mais e que profissionais e idealizadores desse ramo, como eu! hehehehe, tenham ainda mais apoio e bons meios pra se trabalhar! Ui! Futuro! Coopera ai vai!
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
***********************************Oi Pandisss!!
então Miga é isso aí Fé e Coragem ...td a DEUS PERTENCE SIM..
e com certeza eu vou torcer muito por vc ...e q cada vez vc possa escrever Roteiros um melhor do q o outro..ok
bjuuu xuxuuu
fui POIAAA
Postar um comentário